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8 exames de rotina que as mulheres deveriam fazer: falta algum para você?

22 de Março de 2018

É sempre bom estar com a saúde sempre em dia, principalmente, a feminina. Para diversos males modernos, como diabetes, hipertensão e muitos tipos câncer, o quanto antes é detectada a doença - muitas vezes ainda sem sintomas - maiores são as chances de cura. Abaixo, segue uma lista com oito exames importantes para rotina de saúde da mulher.

Exames de rotina femininos

Exame pélvico e das mamas
É realizado para observação visual do colo do útero, com toque e apalpação dos órgãos reprodutivos e dos dos seios. O exame feito em consultório ginecológico, tem como objetivo verificar a presença de corrimentos anormais e infecções ou doenças na região do colo do útero, e de nódulos e outras irregularidades nos ovários, trompas e nas mamas. É conhecido como o exame preventivo e é indicado anualmente à todas as mulheres de mais de 20 anos que têm vida sexual ativa.

 

Papanicolaou (útero)
É uma análise laboratorial de células retiradas do colo do útero para detectar possível presença de câncer de colo do útero. É recomendado para todas as mulheres de mais de 20 anos que têm vida sexual ativa. Deve ser realizado anualmente, no início, durante três anos consecutivos. Diante da ausência de irregularidades, depois disso, a critério médico.

Colposcopia (útero)
Consiste em uma observação visual do colo do útero ampliada com o auxílio de fonte de luz e lupa. O exame é capaz de detectar a presença de infecções, irregularidades ou sinais de doenças. Também é recomendada para todas as mulheres de mais de 20 anos que têm vida sexual ativa. Deve ser realizada anualmente, no início, durante três anos consecutivos. Diante da ausência de irregularidades, depois disso, a critério médico.

CHECK-UP EM DIA: QUAIS SÃO OS EXAMES DE ROTINA E QUANDO FAZÊ -LOS?

22 de Março de 2018

Estar com a saúde em dia é uma das principais preocupações da população hoje em dia. O exercício físico regular e a alimentação balanceada são umas das principais ferramentas para alcançar esse feito, mas não são as únicas. Também é importante e necessário consultar um médico regularmente para a realização de um check-up.

Esses exames de rotina são importantes para todas as faixas etárias — não só para idosos e pessoas com doenças crônicas — justamente porque eles podem detectar precocemente problemas de saúde, prevenindo-os.

Entenda melhor quais são esses exames e como fazê-los.

Importância dos exames de rotina

Muitas pessoas acreditam que, se não estão com nenhum sintoma, é porque estão bem e não precisam procurar um profissional de saúde, mas isso pode não ser verdade. O check-up é um conjunto de exames que visa diagnosticar doenças em pessoas que não sentem sintomas. É uma ação preventiva.

A detecção de doenças em estágios iniciais é o maior benefício da prática de exames de rotina, pois nessa fase há maior chance de um tratamento bem-sucedido e de cura.

Nem sempre os médicos conseguem explicar essa importância aos pacientes, pois eles não vão a consultas. Por isso, os próprios laboratórios e as clínicas que realizam esses exames podem auxiliar nessa campanha, enfatizando a importância do check-up.

Quando fazer os exames de rotina

Como já mencionado antes, há exames de rotinas importantes para todas as idades. É claro que isso depende também da história clínica individual de cada pessoa, que pode levar à necessidade de realização de outros exames.

No entanto, há exames que devem ser solicitados para todas as pessoas de certa idade. De modo geral, adultos saudáveis devem fazer um check-up de 2 em 2 anos. Já as pessoas com fatores de risco (obesidade, colesterol elevado), de 1 em 1 ano, assim como idosos. Portadores de doenças crônicas precisam de mais acompanhamento, devendo fazer exames a cada 6 meses.

Exames de rotina por faixa etária

Cada faixa etária demanda exames específicos. Veja a seguir:

  • ao nascer: testes de triagem neonatal (teste do pezinho, audiometria, teste do coraçãozinho e teste do olhinho);
  • até os 20 anos: hemograma, colesterol, glicemia, DSTs, exame de fezes e de urina;
  • mulheres dos 20 aos 65 anos: papanicolau, ultrassonografia transvaginal, mamografia, densitometria óssea;
  • homens e mulheres de 20 a 65: exames de sangue (os mesmos de até 20 anos) e exames de sangue para sódio, potássio, cálcio, ureia, creatinina e enzimas hepáticas;
  • acima de 60 anos: exames das faixas etárias anteriores mais colonoscopia, endoscopia, exame de próstata (para homens) e eletrocardiograma.

Dengue: diagnóstico e cuidados

22 de Março de 2018

Cansaço, febre, dor no corpo. Sintomas que poderiam ser de uma simples gripe podem ser dengue, doença transmitida pela mosquito Aedes aegypti. O verão acabou mas a doença continua fazendo vítimas por todo Brasil. Fique atenta ao combate, por que evitar a proliferação do mosquito causador ainda é a solução mais eficiente contra esse mal.

A dengue no Brasil

A situação é alarmante. O Estado do Rio de Janeiro já registra 25 mortes causadas pela dengue. Acre, Amazonas, Pará, Maranhão, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Goiás também tiveram óbitos confirmados.

A Secretaria de Vigilância em Saúde recebeu 2.365 notificações de suspeitas de casos graves de dengue em todo o país. A maior parte foi registrada no Sudeste, que somou 1.126 notificações (47,6% do total): a maioria no Rio de Janeiro (762), que, nos três primeiros meses de 2011, já possui o número de casos de dengue maior do que o total dos anos passado e retrasado somados.

 

O Aedes aegypti

O ciclo de transmissão começa quando a fêmea (só ela transmite a doença) o mosquito pica uma pessoa infectada. O vírus multiplica-se e chega nas glândulas salivares. Uma vez infectado, o mosquito vira vetor permanente da doença, retransmitindo o vírus em cada picada.

 
 

Proveniente da África, o mosquito, com pequenos riscos brancos, é melhor adaptado às regiões tropicais e subtropicais. Por isso é tão difícil combatê-lo no Brasil. "O que atrai o Aedes para o lugar onde ele irá colocar seus ovos é a umidade. O verão, com suas temperaturas altas e muitas chuvas, faz com que aumente a incidência do mosquito.", explica o entomólogo da Fiocruz Anthony Érico Guimarães.

A melhor forma de prevenção é evitar que ele se reproduza, combatendo os focos das larvas em locais de água parada. "Existem basicamente três tipos de controle. O controle físico, que consiste na eliminação dos criadouros - de longe, o mais recomendado. O controle biológico, feito por microorganismos capazes de matar as larvas. E também o controle químico, que é o uso de inseticidas contras as larvas ou os mosquitos adultos.", enumera a bióloga Denise Valle, também da equipe de pesquisadores da Fiocruz.


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